Cícero Filho


A TVM Filmes, produtora da comédia “Ai que Vida”, dirigida e escrita pelo jornalista e cineasta Cícero Filho, está promovendo a difusão do filme nas cidades brasileiras. Sucesso de público e campeão de vendas de DVDs em vários estados brasileiros, o filme “Ai que Vida” é um programa divertido para toda a família. Agora, o filme também está disponível para exibições públicas com a presença dos atores principais. Entre em contato com nossos produtores e leve este grande evento pra sua cidade.

Kelly Rocha (86) 9446-5674
Produção executiva Piauí

Marcos Robério (99) 9155-6073
Thiago Kalebe (99) 8808-7086
Produção executiva Maranhão



Escrito por TVM Filmes às 12h35
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Ai que sucesso! Filme "AI QUE VIDA" é a sensação do momento no Tocantins!



Escrito por TVM Filmes às 15h00
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AI QUE VIDA!

Por Joaquim Nagib Haickel (Deputado estadual e membro da Academia Imperatrizense de Letras)

Finalmente assisti ao mais badalado longa-metragem realizado por um cineasta maranhense. Trata-se de “Ai que Vida!”, filme roteirizado e dirigido por Cícero Filho, a quem tive o prazer de conhecer pessoalmente semanas atrás na ALM, quando ele foi levado até lá pelo deputado João Batista.

Nos últimos meses todo mundo me perguntava se eu já havia assistido “Ai que Vida!”. A insistência das pessoas para que eu visse ao filme era inversamente proporcional ao meu interesse em vê-lo. Eu mesmo já estava achando que na verdade estava era com uma certa inveja do retumbante sucesso que fazia tanto o jovem Hércules quanto o seu trabalho, “produzido artesanalmente no interior do Piauí e do Maranhão, contando com modestos recursos financeiros, técnicos e humanos”.

Por princípio, jamais em minha vida, comprei um CD ou um DVD pirata e “Ai que Vida!” não seria o primeiro. Lembro que enquanto todos compraram “Tropa de Elite” pirata, eu me recusei terminantemente. Só assisti ao filme do Padilha no cinema. Semana passada, Avana foi a ducentésima pessoa a me perguntar se já havia assistido “Ai que Vida!” e antes que respondesse ela foi logo sacudindo o DVD em minha frente. Não perdi tempo, peguei a caixa e disse a ela que a única forma de eu vê-lo era se alguém me desse uma cópia.

 Vim para casa, coloquei o DVD sobre a mesinha da TV e ele ficou lá, maturando, durante sete dias, até que eu conseguisse um tempinho para finalmente vê-lo. Quero reafirmar que sou muito mais cinéfilo que cineasta, então o que vocês vão ler a partir de agora é a minha sincera opinião sobre o que vi e não simplesmente uma crítica.

Cícero Filho começa seu filme como gente grande, como quem conhece o ofício de fazer audiovisual. Vemos uma tortuosa estrada de piçarra e no alto da tela uma D-20 velha, transformada em pau-de-arara se aproxima. Os sons ao fundo completam o quadro. Se fosse só isso seria banal, mas o diretor que também é o fotografo, usa suavemente o zoom da câmera, nos dando a agradável sensação de aproximação tanto daquela realidade conosco como de nós para com ela. Me ganhou na primeira cena. Me remeteu imediatamente a deliciosos Road Movies como “Bye bye Brasil”.

Se havia em alguma parte recôndita de meu ego algum resquício de ciúmes pelo sucesso do jovem diretor e de sua obra, evaporou-se nos primeiros sessenta segundos de seu filme. A linguagem cinematográfica não precisa de erudição, de refinamento, de escola. Ela é inerente ao ser humano, e em alguns ela se sobressai mais contundentemente. Homero, Shakespeare e Machado eram verdadeiros cineastas e nem câmeras havia em seu tempo.

Charleni (Iriscei Queiroz), Mona (Sara Castro), Vanderléia (Alynne Sipaúba) Vanderlei (Danilo Costa), Valdir (Rômulo Augusto), Dona Rosa (Soraya Nolêto) e o diretor Cícero Filho. Bastidores do filme "AI QUE VIDA"

Cineasta é aquele que conta uma determinada história de tal forma que nos faz sentirmos dentro dela. Faz com que sintamos que ora estamos escrevendo o roteiro, ora fotografando a cena com nosso enquadramento, pelo nosso ponto de vista, ora somos os protagonistas, ora somos meros coadjuvantes ou até mesmo simples figurantes. Ele nos leva de encontro a sua história ao mesmo tempo em que joga ela dentro de nós. Cícero Filho faz isso em seu “Ai que Vida” com competência.

Não vou dizer aqui que o filme é perfeito só para que pareça que sou bonzinho. Não, isso não. Até porque nem bonzinho eu sou, nem quero ser. O filme tem as deficiências naturais de quem o fez nas condições em que fez. Vou citar apenas dois exemplos. Há alguns problemas graves de luz. Uma das principais coisas em um filme é a iluminação. Outra é o desempenho dos atores, de um modo geral são amadores ou nem mesmo são atores. Um filme não é um livro, não é um “causo”, ele precisa de gente para consubstanciar sua história, e de gente capaz de fazer isso corretamente.

 

Cleunice da Cruz Piedade ( Toinha Catingueiro)

A fotografia é boa. Os enquadramentos de cena são muito bons. A atriz principal, Toinha Catingueiro, é uma figura!!! Não sei se ela é atriz profissional, mas se não é, deveria ser. Claro, precisa se aprimorar, estudar um pouco, conhecer certas técnicas de interpretações, alguns macetes. O principal ela tem, talento. É a nossa Marcélia Cartaxo.

Atores do longa-metragem "AI QUE VIDA"

A legião de personagens que desfilam em frente à câmera de Cícero é antológica. Não sei ao certo se são hilários por serem ridículos ou se são ridículos por serem hilários, o certo é que eles são uma caricatura fiel de nossa terra. Não falo apenas do Maranhão ou do Piauí, falo do Nordeste, falo do Brasil.

Diretor cinematográfico Cícero Filho em frente ao outdoor do filme "AI QUE VIDA" em Teresina, PI em Set de 2008

Está claro o motivo pelo qual todos amam “Ai que Vida!”. Nos vemos nele. Vemos os nossos amigos, os nossos desafetos e conseguimos com certa distância detectar as nossas circunstâncias e as conseqüências que elas acarretam. Parabéns Cícero! PS: Na mesma noite assisti “Reverso”, excelente curta-metragem do também maranhense Francisco Colombo. Certamente mais um sucesso do cinema maranhense.

Hilânia, Cícero Filho, Joaquim Nagib Haickel e Bianca na redação do Jornal "Estado do Maranhão"

 



Escrito por TVM Filmes às 14h22
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Forró do Muído canta AI QUE VIDA music!



Escrito por TVM Filmes às 09h29
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Música tema do filme AI QUE VIDA é a nova sensação musical em Bandas de Forró do Braisl!



Escrito por TVM Filmes às 09h19
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Fotos dos Bastidores, por Kelma Gallas e Cícero Filho

"Flor de Abril", longa escrito e dirigido por Cícero Filho, já está com 30% de suas cenas gravadas. A história é dividida em três fazes e conta de forma factual a vida de Teresa (Dayse Bernardo), que vive em busca do amor na terra. Segundo o Diretor Cícero Filho, as cenas estão sendo gravadas com muitas dificuldades devido às fortes chuvas no Maranhão e Piauí, estados onde estão sendo gravadas as maiores partes do filme.

 

As chuvas dificultam, mas não impedem o bom desempenho do filme.

"As chuvas, a falta de estradas tem sido uma das maiores barreiras", afirma o cineasta.  “Mesmo assim todos continuam gravando, é incrível o resultado que estamos alcançando. Nunca gravei algo tão intenso  quanto "Flor de Abril". As atuações são um ponto alto do drama que promete ser um marco na história cinematográfica do Nordeste, e porque não do Brasil”, diz Cícero. As gravações do mês que Abril contaram com o apoio da empresa de Ônibus TAVARES, Prefeitura Municipal de Poção de Pedras e Pedreiras no Maranhão e da empresa da empresa Mearim Motos de Pedreiras.

 



Escrito por TVM Filmes às 11h16
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Deputados destacam produção de cineasta maranhense

Viviane Menezes
Agência Assembleia

 

Dep. João Batista                                       Cineasta Cícero Filho

O deputado João Batista defendeu nesta quarta-feira, 22, o incentivo, através da Secretaria de Estado da Cultura, ao trabalho do cineasta maranhense Cícero Filho, produtor, diretor e roteirista do filme “Ai que Vida”, uma produção que ganhou o reconhecimento espontâneo dos maranhenses.

A presença de Cícero Filho no plenário da Assembléia Legislativa também foi destaque nos pronunciamentos das deputadas Helena Heluy (PT) e Eliziane Gama.

Segundo João Batista, dentre os filmes produzidos por maranhenses, este foi o mais visto pela população local. Para ele, a fórmula do sucesso tem ingredientes da cultura regional na forma mais corriqueira: o jeito de falar, os gestos, uma rotina que reflete a vida real de milhares de pessoas. “Ele passou sentimento”.

 

João Batista lamentou a falta de apoio para o cinema no Maranhão e destacou a influência desta arte na vida das pessoas. “O cinema leva uma cultura para além das fronteiras. Ele tem um poder mais forte até que o das novelas”. João frisou ainda que Cícero Filho mostrou uma realidade social peculiar, que difere o Maranhão dos demais Estados, principalmente dos que estão localizados nas regiões Sul e Sudeste do país. “Temos que reconhecer a importância que este jovem (Cícero Filho) está a oferecer ao Estado do Maranhão”.

A deputada Helena Heluy, além de subscrever as palavras de João Batista, se confessou uma admiradora de Cícero Filho. Ela afirmou que as visitas que recebe, desde que tenham disponibilidade de tempo, se transformam automaticamente em espectadores do filme “Ai que Vida”.

Helena Heluy foi além da análise cultural e ressaltou o estilo que o filme abordou uma temática que simboliza “muita luta de alguns”: o combate à corrupção eleitoral e administrativa. “[a abordagem acontece] Numa forma mais simples, com gente falando de forma como fala normalmente, sem rebuscados”.

Para Helena Heluy, a escolha de atores da terra foi essencial para atender ao sentido maior da proposta cinematográfica. Ela solicitou que o filme “Ai que Vida” seja exibido no auditório da Assembleia Legislativa (Fernando Falcão).

A deputada Eliziane Gama foi o terceiro parlamentar a ocupar a tribuna para fazer referência a Cícero Filho. “É um talento que precisa ser reconhecido”, acrescentou. Com base na repercussão popular, Eliziane Gama presumiu que a maioria das residências maranhenses tem um DVD do filme “Ai que Vida”, fato que comprova a capacidade do cineasta de envolver platéias.

Esta não é a primeira vez que Cícero Filho atrai a atenção da Assembleia Legislativa. A casa já aprovou um requerimento de aplausos ao seu trabalho e também está em tramitação uma moção de autoria da deputada Eliziane Gama.

“É gratificante ver a repercussão do filme no meu Estado depois de trabalhar com tantas dificuldades e poucos recursos”, declarou Cícero Filho. Ele afirmou que está surpreso com tanta repercussão. “A ficha
está caindo aos poucos”.

Natural da cidade de Pedreiras, Cícero Rodrigues do Vale Filho tem 25 anos e o sucesso “Ai que Vida” é sua 24ª produção. Sua paixão por cinema se converte em produções cinematográficas desde os 12 anos. Ele não tem nenhuma formação na área, mas atualmente está fazendo uma pós-graduação em cinema vídeo e fotografia.

Cícero Filho revelou que exerce múltiplas funções nos filmes que produz. Além de produtor, roteirista e diretor, ele é o autor até da trilha sonora. Mas para Cícero Filho, essa não é a parte mais difícil, segundo ele, complicado mesmo é viabilizar recursos financeiros para levar adiante as filmagens. Ele explicou que no filme “Ai que Vida”, por exemplo, os patrocínios, em sua quase totalidade, foram de empresas privadas, com as quais ele pactuou permutas. Neste filme o gasto foi de aproximadamente R$ 25 mil.

Indagado sobre a inspiração para o seu maior sucesso, ele explicou que a semente dessa idéia germinou num dia quente, quando ele estava dentro de um ônibus lotado. “Nesse dia eu falei ‘ai, que vida!’.

O filme que traz temas cotidianos foi gravado em seis cidades, entre o Maranhão e o Piauí: Esperantinópolis (MA); Poção de Pedras (MA); Timon (MA); Teresina (PI); Amarante (PI) e São Francisco do Maranhão (MA).

Cícero Filho está filmando seu 26º filme, o drama “Flor de Abril”. Essa produção se divide em três fases, com gravações intercaladas entre as cidades de Teresina e São Luís. Apesar do sucesso do filme “Ai que Vida”, ele afirmou que a luta não está menos árdua para conseguir patrocínios para o seu novo trabalho.



Escrito por TVM Filmes às 15h29
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Kelly Rocha vivi a divertida protagonista Xanxivânia, mais conhecida na história como a sonhadora Xanxa

 

            Estréia no mês de Maio na capital Teresina em local indefinido, o média metragem (50min) experimental “Dê uma Xanxa ao Amor” do cineasta Cícero Filho. A comédia, feita no improviso, narra a vida de Xanxa uma jovem moradora do povoado fictício “Tianguara”. Xanxa mora com os três filhos, cada um de pais diferentes, o irmão doente mental Juju (Paulo Batalha), a mãe dona Belinha (Mocinha Nascimento) e o pai Boné (Feliciano Popo) que falece de enfarto logo no início da história. Xanxa ao perder o pai e a casa, decide ir pra cidade grande trabalhar como empregada doméstica. Em Pedrenópoles, cidade também fictícia, a destemida jovem vai trabalhar na casa de Cachorrão (Anthony Flizikowski). Na mansão, Xanxa conhece o aspirante a ator Bob (Danilo Alves) por quem se apaixona perdidamente. Entre inusitadas idas e vindas nasce entre Xanxa e Bob uma relação marca por divertidas situações. Vale à pena conferir. “Dê uma Xanxa ao amor” segue a linha bem humorada do filme “ai que vida”, sucesso no Brasil.
             Dia 15 de Abril será anunciado neste Blog o local, data e hora de exibição de “Dê uma Xanxa ao Amor”, que será realizada para angariar fundos para a nova produção de Cícero Filho, o drama FLOR DE ABRIL.

 

Amigos blogueiros deixem seus comentários! Rindo a toa



Escrito por TVM Filmes às 20h58
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COMEÇAM FILMAGENS DE "FLOR DE ABRIL"

As gravações da primeira fase do filme “Flor de Abril”, nova produção do diretor e roteirista Cícero Filho, começaram no dia 14 de fevereiro. As locações da primeira fase foram os povoados próximos a Porção de Pedras, no Maranhão, como: barro Vermelho, Cristo Reis, Lago do Baiano, e em cidades como Esperantinópolis e Pedreiras. As cidades piauienses incluídas na primeira fase foram: Amarante e Teresina. “As gravações ocorreram em quase um mês. A equipe estava muito compenetrada, embora o clima de descontração”, afirma Cícero Filho. Ele diz que uma das melhores coisas dessa produção foi o envolvimento profundo dos atores principais do filme.  Um dos atores, Eric Graiger, que é paulista e interpreta Francisco, o interesse amoroso da protagonista Teresa, interpretada por Dayse Bernardo, de São Luís, teve dificuldades em encontrar o sotaque. “Mas, ele é um ator tão dedicado, que em questão de dois dias ele pegou o movimento corporal e expressões faciais para o personagem”, diz.
Eric é um dos atores profissionais que estão presentes no filme. Além dele, participam da primeira etapa, Adalmir Miranda, premiado ator piauiense;  Virgílio Queiroz, ator profissional de Teresina e Zumira Bezerra, a “Sibita”, da cena cultural de Amarante (PI). 
Na segunda etapa, que começa em julho deste ano, começa a atuar um outro elenco de atores profissionais: Vinícius Fiamini (SP), Diego Soares (SP) e Lari Sales (PI) . Na terceira e última etapa, comparecem Diego Soares (SP), Anchieta Cardoso (PI), Solange Nolêto (PI), Emanoel de Jesus (MA) e Helio Barros Filho (MA).
A filmagem está sendo realizada com equipamentos de última geração cedidos pela Chroma Publicidade, parceira na produção deste filme.

 



Escrito por TVM Filmes às 12h06
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FILME "AI QUE VIDA" TORNA-SE UMA FEBRE ENTRE OS CAMELÔS DE TERESINA, MAS O DIRETOR CÍCERO FILHO ESTÁ PRODUZINDO UM NOVO FILME PARA 2009 
 

"AI QUE VIDA" é a sensação do momento nas bancas de DVDs pirateiratas na capital São Luis do Maranhão.

A comédia "Ai que Vida", do cineasta Cícero Filho, 25 anos, repete no âmbito do Piauí e do Maranhão, o que o filme "Tropa de Elite", de José Padilha, provocou no Rio de Janeiro em 2007, quando se tornou sucesso de venda junto aos camelôs.

O filme de Cícero Filho, lançado em setembro de 2007, foi sucesso imediato de bilheteria. Estreou nos dois cinemas de Teresina e circulou por várias cidades do Piauí e Maranhão, e em festivais da Paraíba e Brasília. Por meio de um patrocínio do Governo do Estado, o filme chegou a produzir 300 cópias de DVDs, precariamente distribuídas nas locadoras da cidade. Mas foi o suficiente para que, em poucos meses, o filme se tornasse uma febre entre os camelôs de Teresina, e chegasse a outras cidades, espalhadas por atravessadores e fãs do filme.

A versão pirata, que está sendo oferecida a R$ 5 no comércio informal, tornou-se um dos produtos mais vendidos nas bancas de camelôs da cidade. Mas não apenas em Teresina. O filme é sucesso incondicional em várias cidades do interior do Maranhão, como Pio XII, Bacabal, Santa Inês, Pedreiras, Esperantinópoles e Bom Lugar, além de cidades do interior do Piauí, como Floriano e Amarante, onde o filme foi filmado.

O diretor e roteirista do filme, Cícero Filho, que está concluindo uma pós-graduação em cinema, na Anhembi Morumbi, em São Paulo, conta que já foi surpreendido pela venda de seu filme até entre os camelôs de São Paulo. "Talvez eu mesmo tenha sido o responsável por esta proliferação, porque vendi uma cópia em DVD original para um rapaz, que estava indo para São Paulo e ele disse que ia ganhar muito dinheiro com ela. Não liguei na época, mas acho que ele era atravessador". De volta a Teresina, onde passa férias, Cícero ficou surpreso mais uma vez, pois o ônibus  que fez a rota São Paulo - Teresina estava exibindo seu filme para os passageiros. "Isso mexe muito comigo porque o filme não foi bem distribuído. Não tive recursos para bancar essa etapa", explica.

Pirataria atrapalha? Ele não parece se importar muito com isso. Entende que no Brasil, onde o cinema amador tem poucas chances diante do cinemão comercial, a pirataria é uma forma de fazer circular a sua produção que foi feita na base do mutirão e poucos patrocinadores. O elenco, formado em sua maior parte, de amadores, abriram mão de seus cachês. A equipe técnica era extremamente reduzida. O próprio Cícero acumulou várias atribuições: roteiro, direção, direção de arte, filmagem, produção, cenários e, até, maquiagem. "Fico feliz ao ver que o filme continua sendo visto pela população. Difundir o cinema para as pessoas menos favorecidas é um foco primordial de minha atuação. É o meu maior objetivo", finaliza.

Agora, a sua própria produção chama-se "Flor de Abril". O aspecto romântico do filme fica no título. Trata-se de um drama, urdido com muita dor e frustração, como a que passa personagem principal, Teresa. O filme está sendo produzido com a participação de atores de São Paulo, Piauí e Maranhão. E agora, pela primeira vez, atores profissionais como protagonistas. De São Paulo, um time formado por jovens e promissores atores de teatro:, Eric Gaigher, Diego Fernandes e Vicinius Fiamini; de São Luís, Arly Arnoud, Brenna Lima (que fez Entre o Amor e a Razão) e Dayse Bernardo, que fará a protagonista. De Teresina, o diretor ainda está fechando o elenco. O projeto "Flor de Abril" foi inscrito na Lei A.Tito Filho. "É um projeto diferenciado na medida em que estamos procurando dar um maior profissionalismo, tanto no aspecto técnico, como na atuação", diz.

Outra produção - também explorando a veia cômica do diretor - é o inédito "Dê uma Xanxa ao Amor", que trabalha com atores amadores e tem uma linguagem experimental. O filme está sendo finalizado e deve estrear em 2009. "É um trabalho a partir de uma vertente teórica que aprendi no curso de cinema e que quis colocar em prática", explica. 
 



Escrito por TVM Filmes às 16h16
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 Contagem regressiva para o filme que vai emocionar o Brasil ! 

Por  Paulo Batalha


Atores: Dayse Bernardo, Eric Gaigher, Vinícius Fiaminni e Diego Soraes

      O mais novo projeto cinematográfico do cineasta Cícero Filho promete trazer uma transformação imensa na carreira do diretor. Não somente na dele, mas também nas carreiras de mais de 300 pessoas envolvidas no projeto: atores, produtores, figurinistas, assistentes de direção, etc.

      O jovem e promissor cineasta retoma, em 2009, com o estilo dramático do filme "Entre o amor e a razão", de 2005, trazendo situações comoventes ocorridas no meio rural nordestino.

      O que "Flor de abril" difere dos 25 projetos cinematográficos de Cícero, é a complexidade; a brusca transferência entre o meio rural e urbano, de forma realmente extrema.

 Boa parte do elenco principal é de São Paulo. Mas a protagonista é do Maranhão (local onde maior parte do filme será gravada). A felizarda chama-se Dayse Bernado, que já fez alguns contratos publicitários em São Luis. Os atores escolhidos para fazerem os homens da vida de Teresa: Francisco, Luciano e Sandro; são, respectivamente, Eric Gaigher, Vinícius Fiamini e Diego Soares. Todos já são rostos conhecidos no meio teatral e publicitário paulista.

      A primeira fase do filme será filmada em um povoado chamado "Barro Vermelho" (próximo à Poção de Pedras - MA, cidade natal do diretor), em Pedreiras, Carolina do Maranhão e Teresina, capital do Piauí. Tal fase levará quase meio ano para ser concretizada.

      A fase posterior será filmada em São Luis, principalmente no centro histórico e cultural da cidade. E uma pequena parte do filme será gravada e São Paulo - SP.

      A empresa publicitária "CROMA Publicidade", de Teresina - PI, produzirá "Flor de abril". O projeto, segundo Cícero Filho, está previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2010, nos cinemas de todo o Brasil.

      As gravações ainda não iniciaram, mas o filme ainda está em processo de preparação. Muita coisa foi feita em pouco tempo: roteiro, contratos, preparações em geral. Mas, ainda assim, o projeto está fabuloso, e não decepcionará os expectadores.

  Deixe seus comentários sobre nossas matérias! 



Escrito por TVM Filmes às 12h48
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Atores do filme experiemtal "Dê uma Xanxa ao Amor"

Está em faze de finalização a edição do filme experimental "Dê uma Xanxa ao Amor" de Cícero Filho. O mesmo será exibido em Teresina, local ainda ser definido, este mês. Fiquem ligados amigos blogueiros, logo mais informações sobre o a exibição deste, que promete arrancar do público boas gargalhadas. "Dê uma Xanxa ao Amor" tem suas raízes firmadas no gênero cômico e mistura ação, pensamentos das personagem se confundindo com a realidade e drama, tudo misturado, é claro, num formato estilo "ai que vida". 



Escrito por TVM Filmes às 16h51
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DVD do longa-metragem “ai que vida” vira febre em cidades do Nordeste.

 

O filme do cineasta maranhense Cícero Filho, “Ai que vida!”, é o grande sucesso do momento em cidades como Pio XII – MA, Bacabal – MA, Santa Inês – MA, Pedreiras – MA, Esperantinópoles – MA, Bom Lugar - MA, Floriano – PI, Teresina – PI e outras cidades do Nordeste. São poucas as pessoas que ainda não viram o filme ou que não ouviram falar sobre ele nas cidades acima citadas. O DVD, comprado nas bancas de camelôs ou copiado pelos fãs da obra, é comentário obrigatório nessas cidades. O incrível de tudo isso, diz Cícero Filho é que foram feitas pouquíssimas cópias originais desse filme, cerca de 300 DVDs apenas. Chega a ser assustador como “ai que vida” se alastrou, tudo culpa da pirataria”, diz Cícero as gargalhadas, completa ainda, “Fico feliz, ao ver que o “ai que vida”, está sendo aceito de forma positiva pela população. Difundir o cinema para a população menos favorecida é um foco primordial do meu fazer cinema. Meu maior lucro é ver as pessoas comentando que gostaram muito do filme, que se retrataram com o enrredo e as personagens!”, finaliza.

 

Link com matérias do filme "ai que vida": http://www.noticiasdepioxii.blogspot.com/

 

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Escrito por TVM Filmes às 15h47
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Eles estão de volta!

Brenna Lima, o antes quando interpretou Maria Antonia no drama 'Entre o Amor e a Razão", e hoje se preparando para fazer "Flor de Abril".

Brenna Lima e Hélio Barros Filho acabam de ser escolhidos para atuarem no mais novo longa-metragem do diretor Cícero Filho “Flor de Abril’. Quem assistiu ao filme de número 23 de Cícero, o emocionante drama familiar “Entre o Amor e a Razão”, com certeza vai lembrar das talentosas crianças Maria Antonia (Brenna Lima) e Israel (Hélio Barros Filho), filhos do sofredor Elizeu. “Entre o Amor e a Razão” foi lançado em agosto de 2006. Na época, Brenna Lima tinha 13 anos e Hélio 11 anos.
Hoje, com seus recém completados 15 anos, Brenna Lima será Madalena, irmã caçula de Teresa (personagem indefinido), uma moça simples que dedica sua vida a família e a religião evangélica.

Hélio Barros Filho, o antes quando fazio do meigo Israel e atualmente se preparnado para atuar em "Flor de Abril".

Hélio Barros Filho vai entrar na terceira faze da história, ele vai interpretar Izaque, o filho mais velho do peão Sandro (personagem indefinido) que se envolverá com Soraya (Dayse Bernardo).
Ambos os atores, se mostram empolgados com o filme que começa ser rodado em Janeiro de 2009.



Escrito por TVM Filmes às 19h54
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Kelly Rocha e Danilo Alves nos Bastidores do longa experimental "Dê uma Xanxa ao Amor"

Falar do sertão maranhense é falar de um mundo de pessoas humildes, com histórias, culturas, e hábitos muito interessantes.
 O filme, "Dê uma Xanxa ao amor", longa experimental, escrito e dirigido por Cícero Filho, com colaboração de roteiro de Paulo Batalha, Kelly e Rocha e Carlinhos Mendes, inicia-se frisando um dos principais hábitos da mulher sertaneja nordestina: quebrar coco babaçu para sobreviver.
 A obra mostra, com muita clareza, a simplicidade das pessoas da zona rural; também mostra o quanto valorizam a família, um pedaço de chão e o alimento diário.
 O simples fato deste filme ser uma comédia, possibilita a atração do público à obra e, principalmente, mostra, de uma forma bem cômica, um Brasil que não é tão conhecido, sendo esse um "humor" que não é tão explorado. Um povo e uma região sinônimos de miséria mostram que a alegria é o que ainda os sustentam.
 Crianças andam descalças num chão de terra; desnudos em meio aos insetos; às vezes almoçam o passarinho que matam e tomam café da manhã com o coco que suas mães quebraram. Nenhum desses problemas consegue tirar o largo sorriso do rosto daquele povo.
 O êxodo rural é um dos principais temas do filme. Diante de uma situação corriqueira, a personagem, Xanxa, vê-se sem saída alguma, senão, tentar a sorte na cidade grande. E ainda assim, tal tema foi inicialmente tratado comicamente, não perdendo, sequer, uma chance de fazer o expectador rir.
 O que é mais conhecido pelo povo, é a seguinte situação: a chegada de Xanxa à cidade. Muitas pessoas costumam, na vida real, criticar pessoas com características semelhantes às que ela apresentava no meio urbano. Os urbanos costumam chamá-los de matutos, do mato, Chico Bento, Jeca Tatu... Mas Xanxa conseguiu, em meio às dificuldades, dar a volta por cima. A garota gordinha, do interior, cheia de filhos, se apaixonou e deixou alguém apaixonado.

Kelly Rocha e Danilo Alves interpretando cenas do longa experimental "Dê uma Xanxa ao Amor"

 A emocionante história de amor acontece entre Xanxa (Kelly Rocha) e Bob (Danilo Alves); aspirante a ator, filho único, garoto rico, bonito, mimado e amado pelo pai Cachorrão (Anthony Flizikowski). Sustentar tal romance até a consumação (casamento) foi difícil para ambos. Bob: assumir à família e aos colegas mauricinhos, um namoro com uma gordinha capiau; Xanxa: permanecer em um romance, mesmo em meio à críticas e sátiras de amigos e ex-namoradas de Bob.
 Costumam dizer que o mundo é pequeno, e essa expressão pôde ser concretizada na obra. O pai de Bob e a mãe de Xanxa eram grandes amigos que não se viam há décadas, eles até flertaram na adolescência. Que mundo pequeno!

Bastidores do longa experimental "Dê uma Xanxa ao Amor"

O filme, "Dê uma Xanxa ao amor", traz uma surpresa após a outra; é uma idéia muito original que, com muito sacrifício, pôde ser concretizada. A principal intenção de Cicero Filho, dos produtores , atores e colaboradores, é simplesmente mostrar ao Brasil um povo quase desconhecido, é arrancar risos com a simplicidade de pessoas que podem "até" estar longe dos nossos olhos, mas que é uma realidade constante no nosso Brasil.

"Dê uma Xanxa ao Amor" tem o patrócinio de empresas como a Faculdade Santo Agostinho, Empresa de Ônibus TAVARES, Advogados Associados na pessoa de José Roberto e Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio" (RAMON LLULL), o apoio da agência Flagra publicidade, Dr. Gildásio e do salão Anjo da Beleza. O longa tem estréia prevista para Dezembro deste ano nos principais cinemas do Piauíe e Maranhão. Logo, mais informações do filme experimental.

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Escrito por TVM Filmes às 20h10
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